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CONDUTA E ÉTICA DO CRONISTA ESPORTIVO

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Categoria: Protocolo de Imprensa
Publicado em quarta, 15 novembro 2017

 

 

Rogamos às empresas de comunicação (rádio, televisão, jornais, sites e revistas) que empregam ou abrem espaço ao cronista esportivo justapor aos seus profissionais o presente Código de Ética como cláusula obrigatória nos vínculos entre as partes. 

O trabalho é um componente fundamental na vida da maioria das pessoas adultas; é importante para todos os profissionais como meio de sustento, de sobrevivência, de acesso aos bens. Para o cronista esportivo é também importante como espaço para o desenvolvimento de seu potencial e de sua busca do reconhecimento social.

Somos seres competitivos, mas que seguem regras emanadas da sociedade humana. Algumas destas regras são escritas: constituições, leis, códigos, etc.; outras são regras não escritas, mas aceitas como válidas e estabelecidas pelo costume, como as regras de boa educação, por exemplo. Elas nos afetam e estabelecem limites que deveriam ser iguais para todos.

Espera-se dos Cronistas Esportivos que sejamos cidadãos e profissionais conscientes, com direitos e obrigações claras e dispostos a cobrar e ser cobrados. O aprendizado de cidadania no nosso país ainda tem um longo caminho a percorrer e temos esperança e confiança de que estamos construindo algo melhor para nossos netos.

O cronista esportivo deve estar sempre consciente de sua importância e da importância que o espaço ocupado por ele em sua atividade profissional, significa conquista de novos cidadãos.


 

O exemplo pessoal é a melhor lição. 

Ética.Juízos de apreciação do comportamento humano, que qualificam uma conduta como certa ou errada, de acordo com determinados padrões de referência: valores, crenças ou regras vigentes. Conduta Ética É o comportamento correto, de acordo com normas, princípios ou padrões aceitos por um indivíduo, uma classe, uma sociedade ou uma organização. 

Dilema Ético

É uma situação na qual pode não existir uma escolha clara ou óbvia. Existe, frequentemente, um conflito entre valores ou entre dois ou mais fatores críticos, ou entre o que é certo ou errado, mas onde é preciso fazer uma escolha.

Diretrizes de Comportamento

As diretrizes de comportamento são comportamentos desejados, assim como os comportamentos éticos. Entretanto, o seu descumprimento não pode ser caracterizado como falta de ética. 

Conduta Ética

Porque é um instrumento valioso para apoiar e orientar a conduta do Cronista Esportivo no seu relacionamento profissional no dia a dia. Será o guia de referência da AMACE em relação ao comportamento do Cronista Esportivo. 

Verifique se o comportamento é ético ou não através de uma autorreflexão: • É legal?Estou fazendo uma escolha responsável?

•Quais são as prováveis consequências da minha escolha?

• Essas consequências seriam aceitáveis se eu estivesse do outro lado?

• É justo com todos os interessados, tanto a curto quanto a longo prazos?

• Promove relacionamentos onde todos saiam ganhando?

• Vou me sentir bem comigo mesmo?

• Posso me orgulhar de minha decisão?

• Como me sentiria se minha família soubesse?

• Eu teria qualquer tipo de dificuldade para explicar isso, caso fosse questionado?

• Como me sentiria se outras pessoas fizessem o mesmo comigo? 

A ética nas relações profissionais,

Todos os Cronistas Esportivos devem adotar as seguintes atitudes:

1 – Nunca utilizar o nome ou estrutura de sua Associação – AMACE , ABRACE – ou da empresa que representa para atingir objetivos pessoais junto a terceiros ou por intermédio destes. Quando houver conflito de interesses no exercício da função ou no ato de representatividade, o fato deve ser comunicado às partes envolvidas.

2 – Nos relacionamentos, o cronista deve se expressar, defender e difundir a posição da categoria, da AMACE e das empresas, e não credos, dogmas e posições pessoais, especialmente nos campos social, político, cultural, religioso, racial ou de orientação sexual.

3 – No cumprimento do dever, cabe ao cronista esportivo ater-se às verdades dos fatos, relatando-os com fidelidade.

4 – Devem-se preservar, de todas as formas, as fontes de informações, até que o fato se torne público e haja autorização, mesmo que informal, para divulgá-lo. As informações prestadas ao público devem ser corretas e baseadas em fontes confiáveis. É considerada antiética qualquer tentativa de simulação que induza o público a erro de avaliação ou crie expectativa falsa em relação ao desporto e suas entidades (clubes, federações, etc.).

5 – O comportamento, a responsabilidade e o empenho são fatores imprescindíveis na conduta profissional de todo cronista esportivo.

6 – A desqualificação e desrespeito não são permitidos à AMACE, aos clubes e demais entidades esportivas e a todas as pessoas ligadas a elas, seja qual for o nível de relação hierárquica dos envolvidos, preservando-se a individualidade e a privacidade. Quando em público e durante as atividades profissionais, as relações devem ser mantidas no campo estritamente profissional.

7 – Nenhum cronista esportivo deve se prevalecer de sua posição para constranger quem quer que seja. 

8 – Nas relações entre cronistas esportivos, nenhum tipo de privilégio pode ser estabelecido para fornecer pessoas ou grupo de pessoas em detrimento de outros.

9 – Deve-se respeitar a atitude profissional de cronistas esportivos de outras empresas concorrentes e não chamá-los de ‘coleguinhas’ pejorativamente.

10 – Nenhum tipo de divulgação ou propagação de notícias ou informações especulativas ou inverídicas é permitido.

11 – A informação é um bem valioso e deve ser precisa, completa e transmitida com agilidade e objetividade. Deve ser preservadora e usada em benefício do desporto em geral e das entidades que compõem, e nunca em benefício próprio ou de grupo.


  

Relações Profissionais.

Nas relações profissionais, todos os Cronistas Esportivos devem adotar as seguintes atitudes: 

1 – Deve-se obedecer rigorosamente o espaço e os horários e datas agendadas ou divulgadas para o trabalho de cobertura dos clubes e entidades.

2 – Diante de situações desfavoráveis, a atitude proativa deve ser sempre adotada. O apoio, seja de qualquer ordem, deve ser evidente, traduzindo-se por meio de uma constante integração entre as partes.

3 – Para um melhor relacionamento e credenciamento, o cronista esportivo deve buscar conhecer, entender e considerar a cultura dos clubes e entidades esportivas envolvidas. 

4 – Qualquer fato que possa conduzir ao não atendimento de um compromisso assumido deve ser imediatamente informado às partes envolvidas.

5 – Trajar-se e comportar-se nos encontros e no trabalho de forma sóbria, condizente com o ambiente, com a ocasião e com os preceitos morais.

6 – As informações prestadas a outros cronistas esportivos, ainda que concorrentes, devem ser precisas, exatas e não enganosas, evitando-se interpretações inadequadas de propagação de inverdade.

Direito à informação

O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse.

A divulgação de informação, precisa e correta, é dever dos meios de comunicação pública, independente da natureza de sua propriedade.

A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.

Conduta Profissional

O compromisso fundamental do cronista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.

O cronista é responsável por toda informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros.

 

Em todos os seus direitos e responsabilidades, o cronista terá apoio e respaldo da AMACE. O cronista deve ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demonstradas ou verificadas. 

O cronista deve permitir o direito de resposta às pessoas envolvidas ou mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos ou incorreções.

 Responsabilidade pela Imagem da AMACE

Em um grau significativo, a imagem da AMACE é determinada por nossas ações e pelo modo com que todos e cada um de nós se apresentam e se comportam. Um comportamento inadequado, por parte de até mesmo um único associado, poderá causar à Associação um dano considerável.

Todo associado deve se preocupar com a boa reputação da AMACE. Ao cumprir com suas obrigações, o cronista deverá visar sempre a boa reputação da Entidade e o respeito pela Entidade.

Respeito Mútuo, Honestidade e Integridade

A AMACE respeita a dignidade pessoal, a privacidade e os direitos pessoais de todos os indivíduos. 


 

Atuamos juntos com mulheres e homens de diferentes culturas, religiões e raças. Não toleramos qualquer discriminação, assédio ou ofensa, seja sexual ou de qualquer outro caráter.

Reclamações e Comentários Qualquer associado pode apresentar uma reclamação pessoal ou profissional à diretoria da AMACE ou, ainda, indicar as circunstâncias que apontem uma violação das Diretrizes de Conduta Profissional.

O assunto será completamente investigado e as medidas correspondentes serão tomadas, se apropriadas. Toda a documentação será mantida confidencial. Nenhuma represália de qualquer tipo será tolerada.

Os cronistas que descumprirem o presente, sem prejuízo das sanções previstas em Lei, ficam sujeitos, gradativamente, às penalidades previstas no Estatuto da AMACE.

Artigo 50°

Compete a Diretoria da AMACE denunciar os Cronistas Esportivos.

que:

a ) Atentar contra o conceito publico da AMACE e ABRACE e de seus membros, por ação ou omissão;

b ) Ofender ou criticar publicamente o companheiro de profissão;

PARÁGRAFO ÚNICO - 

A Diretoria da AMACE  podera aplicar ao infrator as seguintes penalidades;

a)  Advertência; 

b)  Eliminação

 

PARÁGRAFO TERCEIRO - Será eliminado dos quadros da associação o associado que;

a) Por má conduta, espirito de discórdia ou falta cometida contra o patrimônio moral ou material da AMACE, se constituírem em elementos nocivos a entidade;

b) Que sem motivo justificado atrasem em mais de 3 (três), meses o pagamento da anuidade.

PARAGRÁFO QUARTO - As penalidades serão impostas pela diretoria, devendo sob pena de nulidade preceder de audiencia do associado, o qual devera aduzir por escrito a sua defesa no prazo de 10 (dez ) dias, contados do recebimento da notificação;

PARÁGRAFO QUINTO - Da penalidade imposta caberá recurso a instância superior dentro da associação de acordo com esse estatuto.

Parte integrante do Estatuto em vigor da AMACE

 

   Cuiabá 15 de novembro de 2017.

 

DIRETORIA DA AMACE

2017/2021

GESTÃO

ANTONIO SERGIO

 

                                             

 

                              

Protocolo de Imprensa

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Categoria: Protocolo de Imprensa
Publicado em sexta, 08 março 2013

 

PROTOCOLO DE IMPRENSA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL:

 

O novo Protocolo de Imprensa para as equipes envolvidas na cobertura jornalística em jogos da Série A,B,C e D do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Verde implementado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), entrou em vigor em 10 de setembro de 2014.

O modelo, desenvolvido pela confederação brasileira de futebol (CBF), vinha sendo adotado no Estado do Rio de Janeiro e foi estendido para todo o Brasil.

Basicamente, foi estabelecida norma única de procedimento para todos os estados, seja na entrada em campo das equipes, seja no trabalho de reportagem de campo.

Em conformidade com o referido Protocolo de Imprensa, a Federação Mato-Grossense de Futebol (FMF) e Associação Mato-Grossense de Cronistas Esportivos (AMACE) apresenta as novas normas que devem ser seguidas por todos os veículos e profissionais de imprensa.

Visando  melhorar o atendimento à imprensa, a Federação Mato-Grossense de futebol, (FMF) e  Associação Mato-Grossense de Cronistas Esportivos, (AMACE),também vão adotar os procedimentos.

Protocolo de Imprensa e acesso das equipes ao campo de jogo.

1)Criação dos Supervisores de Protocolo. Sempre 2 supervisores por jogo, treinados pela CBF.

 

2) Identificados 2 tipos de estádios: Arena (Pantanal) e não Arenas.

3) Credenciamento será necessário jogo a jogo. Definidas 4 categorias:

Categoria 1: TVs Detentoras de Direitos

Vivo: 2 equipes por emissora (3 pessoas cada equipe) / entrevistas na beira do campo

ENG: Globo e Sportv (2 equipes); demais: 1 equipe / entrevistas após equipes vivo

Categoria 2: TVs não detentoras de direitos

1 equipe cada, com 2 pessoas (repórter e cinegrafista) / entrevistas só na zona mista e sala de imprensa

Categoria 3: Rádios

Máximo de 30 repórteres, 2 por emissora / posicionados atrás dos gols / entrevistas de intervalo e final ,em zona mista, na saída do campo (arenas) ou linha lateral (não arenas) após entrevistas das TVs ao vivo.

OBSERVAÇÕES PARA RÁDIOS:

- TÉCNICOS não ficarão mais em campo (em hipótese alguma).

- Em clássicos regionais ou estaduais, quando teremos várias emissoras de outros estados, existe a possibilidade de algumas emissoras entrarem com apenas um repórter (Lembrando que são sempre 30 repórteres por jogo).

- Prioridade entre os 30 repórteres será dada aos profissionais do Estado e das cidades envolvidas no jogo .

Categoria 4: Fotógrafos

Máximo de 30 / prioridade para os impressos do Estado e das cidades envolvidas no jogo.

OUTRAS SITUAÇÕES

1- Os veículos de comunicação deverão enviar os seus pedidos de credenciamento por partida, respeitando os prazos estabelecidos no item 3.

2 – Os pedidos de credenciamento devem ser encaminhados à Associação Mato-Grossense  de Cronistas Esportivos, através de formulário específico disponibilizado no site da AMACE-MT (www.amace.com.br).

3 – Os pedidos serão aceitos, impreterivelmente, até às 12h do dia anterior ao jogo. (Em caso de jogos no domingo ou feriados, as solicitações serão aceitas até às 12h do dia útil anterior ao evento).

4 – O envio da solicitação de credenciamento não garante a liberação da transmissão ou cobertura da partida. Os pedidos aprovados serão publicados no site da AMACE até às 15h do dia anterior ao jogo.

5 – Finalizado o prazo para solicitação de credenciamento, a Amace, encaminhará a relação dos profissionais de imprensa credenciados à Federação Mato-Grossense de Futebol e ao comando da Polícia Militar (responsável pela segurança do estádio).

5 – O acesso ao estádio será permitido apenas aos jornalistas, radialistas e fotógrafos que tiverem o pré-credenciamento aprovado pela FMF e AMACE, ou seja, com nome na lista.

6 – Todos os profissionais pré-credenciados pela AMACE,  devem estar identificados com RG e Carteira de Cronista Esportivo 2015 ( ABRACE, AMACE )

7 – O acesso ao estacionamento reservado à imprensa pré-credenciada será por portão determinado. Por orientação dos órgãos de segurança, a entrada será liberada em até 3h (tres) antes do início do jogo.

Exemplos: Jogo agendado para começar às 16:00h, o portão de acesso da imprensa será aberto a partir das 13h. Se o jogo for iniciar às 18h, a imprensa terá acesso a partir das 15h.

8 – Os coletes e pulseiras de credenciamento serão entregues no portão a ser definido (área interna do estádio). O tempo de tolerância para retirada de pulseiras e coletes será encerrado no mesmo horário previsto para o início do jogo. Os profissionais que chegarem após o horário estabelecido não terão acesso ao estádio.

 

Questão de Ética:

1 -Não é permitido fumar no gramado e nas cabines de rádio e televisão.

2 – Não é permitido o uso de bermuda ou short para profissionais em serviço.

3 – Equipes de reportagem não podem fornecer informações aos jogadores e técnicos sobre lances polêmicos.

4 – Jornalistas de impresso e sites ficarão na Tribuna, sem acesso ao campo. Terão acesso à zona mista, ao final do jogo.

5 – Jogadores escalados para o início do jogo não podem ser entrevistados.

6 – Ao final do primeiro e do segundo tempos, os repórteres de rádio devem se posicionar obrigatoriamente em área demarcada  pelo supervisor da CBF.

7 – Durante o jogo, os fotógrafos e repórteres de rádio devem se posicionar, obrigatoriamente, atrás dos gols, mediante orientação do supervisor da CBF.

8- fica a prerrogativa da AMACE de indeferir pedidos de profissionais que não estiverem em serviço.

Normas já em vigor

Diretoria da AMACE.

 

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